Objetos afetivos ganham espaço e criam tendência de preservação de memórias
Guardar objetos deixou de ser apenas uma forma de acumular lembranças e passou a representar, para muitos, um modo de preservar histórias pessoais. Medalhas, passaportes, cartas, fotografias e pequenos itens trazidos de viagens ou herdados da família vêm ganhando novo significado, em movimento que também começa a se refletir no mercado de emolduramento.
A mudança de comportamento aparece em estudo da Deloitte, segundo o qual 72% dos colecionadores da nova geração priorizam legado em vez de retorno financeiro.