O trauma por trás da máquina: entenda por que A Máquina de Guerra não é um filme dos anos 80
Hélio Torres
Especial para o Jornal Opção
Nos últimos dias, o debate em torno de “A Máquina de Guerra” tomou um rumo curioso. Em vez de discutir narrativa, personagens ou estética, grande parte das análises sobre o filme acabou se concentrando em uma disputa cultural sobre o que seria ou não a tal “lacração”.
Assim, quase todo comentário sobre o longa parece girar em torno de ideologia — e raramente sobre o filme em si.
Antes de qualquer debate político ...