Hutis do Iémen têm limitado o seu apoio ao Irão à retórica: sinal de fragilidade ou paciência estratégica?
O “eixo da resistência” tem estado ausente da defesa do Irão. Se Hamas e Hezbollah podem justificá-lo pelo preço que pagaram gurante a guerra em Gaza, é mais difícil compreender a relutância dos hutis em intervir em auxílio à teocracia. “É improvável que permaneçam à margem indefinidamente”, arrisca um investigador