Na Tia Eva, tombamento é visto como reconhecimento e perpetuação da história
Por volta das 7h20, o movimento era grande na Rua Eva Maria de Jesus, na Comunidade Remanescente de Quilombo Tia Eva, no Jardim Seminário. Os operários que trabalham no restauro da igreja local já estavam no andaime, enquanto muitos carros passavam pela via, disputando espaço com o ônibus do transporte coletivo. Os últimos alunos chegavam à escola, onde a professora já aguardava os retardatários para o fechamento do portão. Embora seja mais um dia na comunidade, hoje os quilombolas andavam em solo recém-protegido pelo patrimônio histórico.