“O fascismo não foi sempre da mesma forma, não é preciso fazer paradas militares como Mussolini, nem matar judeus como na Alemanha”
Viveu na clandestinidade - com a filha Bli, ainda bebé - esteve presa duas vezes antes do 25 de abril e, depois da revolução, esteve quatro anos em prisão preventiva. Chegou a fazer uma longa greve de fome, em protesto, até ser libertada, sem nunca ter sido condenada do que a acusaram durante o PREC. Neste episódio do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a conversa faz-se com Isabel do Carmo, uma das mulheres que ajudaram a deitar abaixo o antigo regime