Apesar do crescimento de casos em Goiás, mais de 90% dos desaparecidos em Goiânia são localizados
O desaparecimento de uma pessoa não é apenas uma ocorrência policial. É uma ausência que se instala sem explicação, uma rotina que se quebra, um telefone que não toca. Para quem fica, o tempo não passa — ele pesa. “Desaparecimento é um luto eterno”, resume o delegado Pedromar Augusto de Souza, do Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID) da Polícia Civil, responsável exclusivamente pelos casos registrados em Goiânia.
Dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) obtidos...