Apesar de queda na receita do gás boliviano, ICMS mantém base sólida em MS
Embora a redução no volume de gás natural importado da Bolívia pressione o caixa do governo de Mato Grosso do Sul, o recuo do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) incidente sobre o insumo não compromete estruturalmente o orçamento estadual. A avaliação é do economista Daniel Massen Frainer, professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e doutor pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O entendimento é de que a receita anual do ICMS cheio segue sólida no estado, apesar do recuo pontual.