Exaustão sem pausa marca a rotina de mães atípicas em MS
Ariane Valensuela acorda cedo todos os dias. Antes mesmo de pensar em si, a rotina gira em torno do filho João Guilherme, de 8 anos, diagnosticado com autismo nível 3, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e deficiência intelectual. Levar à escola, garantir que exista professor de apoio, correr atrás de fraldas, terapias, exames, medicação, transporte. Tudo exige insistência, cobrança e, muitas vezes, mobilização pública. “Quando a gente não faz barulho, não acontece”, resume Ariane...