Às margens do Anhanduí, aposentado cria bosque urbano com 700 plantas
Quem passa apressado pela Avenida Ernesto Geisel talvez não perceba que, entre o concreto e o movimento dos carros, existe uma pequena floresta. Às margens do Rio Anhanduí, no bairro Taquarussu, um corredor de cerca de um quilômetro de extensão abriga o que o aposentado Otávio Pitelin, de 69 anos, gosta de chamar de “condomínio das frutas”. Ali, entre calçada, barranco e canteiros improvisados, crescem mais de 700 plantas, árvores frutíferas, espécies do Cerrado e ervas medicinais, cultivadas pelo jardineiro voluntário.