Sem celular, morador “das antigas” vira referência de serviços no José Abrão
Aos 63 anos, Márcio da Silva Santos é daqueles personagens que ajudam a contar a história do bairro onde vive. Morador do José Abrão desde 1994, quando se casou, ele acompanha as transformações da região com a memória de quem viu o lugar se desenvolver, mas mantém um modo de vida cada vez mais raro. “Seu Márcio” não tem telefone celular. Quem precisa de seus serviços precisa ir até sua casa e “bater palma no portão”. Nascido em Campo Grande, no Bairro Amambaí, Márcio chegou ao José Abrão por causa da então namorada, hoje esposa.