Inconfessáveis recordações para um domingo de Carnaval: a não leitura de Kundera e Soljenítsyn
De tão patético, e risível, só poderia mesmo ser contado num domingo de Carnaval – há alguém que se sente para ler alguma coisa num domingo de Carnaval? Qualquer um com uma mínima dose de senso de enrubesceria ao confessar. A vítima, ou o culpado, é esse humílimo colunista. Segue a história – porque a história quase sempre segue.
Trata-se de uma lembrança cultivada, implantada, irremovível, e ela conta de dois livros que me recusei a ler quando foram publicados – e as razões pelas quais os abjurei.