“Nunca um Zahran ficou devendo”, dizia herdeiro para convencer, aponta denúncia
De acordo com a investigação da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) de São José do Rio Preto (SP), o empresário Camillo Gandi Zahran Georges, de 36 anos, usava o sobrenome da família dona de império em Mato Grosso do Sul para dar credibilidade aos “negócios” por ele oferecidos para investidores. Mas a informação, que veio à tona nesta semana, após a deflagração da Operação Castelo de Areia, já estava sendo difundida desde 2024. Em postagem no Facebook, denunciante diz que quando era cobrado pelos credores...