Há 39 anos, Nenzinha é "dona" do último orelhão de Campo Grande
Na beira da MS-010, Nenzinha, ou melhor, “guardiã zen do telefone” e dona do orelhão, mantém com orgulho os 39 anos de história da única estrutura de Campo Grande que ainda funciona. Apesar da carcaça antiga, por dentro a peça é como os telefones fixos comuns, porém no modelo mais novo, e funciona de graça. Mas nem sempre foi assim no pequeno distrito da Capital. Maria das Dores de Lima conta que começou a trabalhar ali e nunca mais saiu. Na época, ela tinha por volta de 26 anos. Hoje, aos 65, relembra...