Juros altos seguem travando crescimento do Brasil em 2026, avalia economista
A decisão do Fundo Monetário Internacional (FMI) de reduzir a projeção de crescimento do Brasil em 2026 reforça um diagnóstico já conhecido no país: o custo elevado do crédito continua sendo o principal freio da atividade econômica. Para o professor e economista Gilberto Braga, a revisão feita pelo organismo internacional é um ajuste técnico, mas revela limites claros do modelo atual de combate à inflação.
O FMI passou a estimar crescimento de 1,6% para o Brasil em 2026, abaixo dos 1,9% projetados anteriormente.