Globo de Ouro expõe força e fragilidade do cinema brasileiro, avalia professor da UFG
A conquista de destaque do cinema brasileiro no Globo de Ouro, com o reconhecimento de O Agente Secreto e a atuação de Wagner Moura, reacendeu o debate sobre a posição do Brasil no cenário audiovisual internacional. Para o professor Lisandro Nogueira, docente de Cinema da Universidade Federal de Goiás (UFG), a premiação confirma a qualidade histórica do cinema nacional, mas também evidencia sua instabilidade estrutural.
“O cinema brasileiro sempre foi bom, isso não é novidade”, afirma o professor.