Mascote é criado para combater ideia de que Campo Grande não tem lazer
Cansado de ouvir que “Campo Grande não tem nada para fazer”, o estudante de Turismo Guilherme Arevalo, de 21 anos, decidiu transformar a crítica em projeto. A ideia ganhou forma com a criação de Guatá, um mascote de turismo desenvolvido com inteligência artificial, que tem como missão divulgar a cultura, a história e os atrativos turísticos da Capital por meio de posts e vídeos nas redes sociais. O personagem é uma capivara, um dos animais-símbolo da cidade, e carrega no nome a essência do projeto.