Arruadas de Ventura marcadas pelo frio e pela revolta sobre cartazes: “É um mau dia para o Estado de Direito em Portugal”
O presidente do Chega e candidato presidencial considerou que a decisão sobre os cartazes que tem nas ruas constitui um “mau precedente” para a política e até para o jornalismo e avisou que não vai desistir levando o caso até ao Constitucional