Faturando R$ 600 mil ao mês, jogo do bicho lavava dinheiro comprando até avião
A denúncia do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na 4ª fase da Operação Successione, que investiga a exploração do jogo do bicho e lavagem de capitais, aponta que a organização criminosa liderada pela família Razuk faturava, no mínimo, R$ 600 mil por mês com a jogatina. Para dar aparência de legalidade aos valores, o grupo criou empresas de fachada e chegou a adquirir até uma aeronave. A estimativa é de que, ao longo de cinco anos, a organização tenha lavado cerca de R$ 36 milhões.