Sem fogos e tristeza, Sérgio viveu reréveillon sozinho na Patagônia
Para muitos, o dia 31 de dezembro é sinônimo de mesa farta, roupas brancas e comemorações barulhentas, mas para o campo-grandense Sérgio Ortlieb, de 49 anos, a virada deste ano para 2026 será sem fogos, com o vento da Patagônia Argentina e o silêncio de quem aprendeu a ser a própria companhia. Para ele isso não é solidão, é experiência. O professor de educação física também passou o Natal de forma mais introspectiva, acampado no interior do país que faz fronteira com o Brasil. Para ele, não há problema em comemorar dessa forma.